
Percebo a inteligência como local onde o pensamento é fecundado. Ali o pensamento é matéria, criada a partir de nossa intensa atividade cerebral: masturbação do pensamento e gozo pela idéia. Nascem então a linguagem e a ação, reveladas através do corpo, onde o pensamento se faz carne.
O corpo se coloca em seu meio social, assim ele é cultura, dogma, civilização, organização... E onde a subjetividade?
Será que a famosa frase de Descartes: “Penso, logo existo” é hoje bem compreendida?
Subestimar a inteligência torna-se um método contraceptivo eficaz no caso de desejar evitar a fecundação do pensamento. Em casos extremos, a autosubestimação da inteligência acontece por dois simples motivos: para que não seja feita por terceiros e para que não sejamos vistos como loucos, pois pensar demais enlouquece.
O corpo se coloca em seu meio social, assim ele é cultura, dogma, civilização, organização... E onde a subjetividade?
Será que a famosa frase de Descartes: “Penso, logo existo” é hoje bem compreendida?
Subestimar a inteligência torna-se um método contraceptivo eficaz no caso de desejar evitar a fecundação do pensamento. Em casos extremos, a autosubestimação da inteligência acontece por dois simples motivos: para que não seja feita por terceiros e para que não sejamos vistos como loucos, pois pensar demais enlouquece.

Realmente enlouquece. Me enlouqueceu tanto que já cheguei a pedir pra alguém conversar comigo até eu pegar no sono. Porque, se a frase de Descartes não é bem interpretada, a do Orkut é: "Penso, logo não durmo!"
ResponderExcluirMas, se Aline D estiver BEM revoltada mesmo. Se estiver enlouquecendo mesmo, acumpuntura funciona. *Mudando um provérbio* : "Pra parar pensamentos, até injeção na testa."
Pior é que funciona... mas é PIOR mesmo, porque quando a gente olha pro nada e vê NADA, não vê nenhum motivo pra escrever, cantar, PENSAR, percebemos o quanto é bom ser louco!